Como cortar plásticos de engenharia – técnicas e ferramentas

Escrito por Nitaplast Data: 7 de dezembro de 2022

Os plásticos de engenharia, em termos de inovação, vêm se consolidando como materiais integrantes e promissores utilizados nas atividades industriais, alavancando também o setor do comércio.

Em geral, são materiais com propriedades elevadas e estáveis, utilizados em aplicações que exigem maior resistência mecânica, térmica, química, bem como, maior limite de tração e ruptura.

Devido às suas características e aplicações, os plásticos de engenharia são capazes de substituir de forma eficiente, em muitos casos, outros materiais como metais e cerâmicas.

Dito isso, os plásticos de engenharia proporcionam as seguintes atribuições:

  1. Alta resistência mecânica;
  2. Ótima estabilidade;
  3. Resistência química;
  4. Resistência a desgaste;
  5. Versatilidade de forma e tamanho;
  6. Aplicações em variadas temperaturas;
  7. Possibilidade de produzir peças com excelente acabamento.

Após uma breve noção sobre os plásticos de engenharia, a seguir vamos falar um pouco sobre seus formatos e a importância das técnicas e ferramentas de corte.

Os plásticos de engenharia são comumente encontrados em suas formas semiacabadas, podendo ser utilizados em diversas aplicações, seja nas suas formas intermediárias ou finais oriundos dos serviços de corte e usinagem.

Suas formas mais comuns são:

  1. Barras;
  2. Chapas;
  3. Tubos.

A importância dos procedimentos de corte

A qualidade do corte é de grande importância devido à natureza de um material. Em comparação aos metais usinados, os plásticos de engenharia apresentam melhor acabamento e podem proporcionar ganho de qualidade e agilidade na aplicação dos produtos confeccionados.

Além disso, a utilização de refrigeração no corte ou na usinagem de plásticos é muito importante, tendo em vista a baixa condutividade térmica destes materiais, esse se torna um ponto de atenção para o processo, a fim de evitar os seguintes problemas:

  1. Acabamento superficial ruim
  2. Deformações superficiais
  3. Maior variação dimensional

Sendo assim, trazemos as seguintes orientações de corte:

Discos de serras

As serras para corte de plásticos podem ser as mesmas utilizadas em madeiras. Contudo, para um melhor desempenho do corte, invertemos o sentido dos dentes da serra utilizando o disco na posição negativa. Assim, facilitando o fluxo de corte e dando melhor acabamento.

A refrigeração sobre o material e a serra (por exemplo água), principalmente para o Nitanyl, Nitapro e Nitacetal, também podem ser utilizadas, desde que com a técnica correta para evitar queimar ou deformação do material.

Dentre as serras, utilizamos:

  1. As circulares manuais – onde são voltadas para corte de barras e chapas;
  2. Policorte – Obs.: Esse tipo de equipamento somente é recomendado se utilizado discos de vídea (madeira/alumínio) e diminuição da rotação da máquina, pois o disco abrasivo somado à alta velocidade desse tipo de equipamento eleva demasiadamente a temperatura do material cortado ocasionando degradação de moléculas;
  3. Esquadrejadeira ou Serra Circular de Mesa – para corte de chapas e barras finas;
  4. Seccionadora – para corte de chapas. Apesar de normalmente ser utilizado no corte de madeira, com algumas modificações pode ser utilizado no corte de plásticos, com a redução a velocidade de avanço, capaz de eliminar o riscador e cortes mais precisos;
  5. Serra fita vertical – para cortes de chapas e barras com pequenos diâmetros permitindo uma versatilidade no corte;
  6. Serra fita horizontal – para o corte de barras é destinada ao corte de peças de grande diâmetro.

É possível acessar o manual detalhado através do link abaixo:
LINK DO ARQUIVO

Esses são alguns dos diferenciais que a NITAPLAST emprega no desenvolvimento de seus produtos, sempre prezando pela técnica e qualidade.

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