Contaminação Cruzada de Alimentos e a importância das Chapas de Polietileno na Prevenção

Escrito por Nitaplast Data: 14 de dezembro de 2023

Combater a contaminação cruzada de alimentos é um desafio na indústria alimentícia e em cozinhas domésticas. Esse fenômeno ocorre quando micro-organismos, como bactérias, vírus e parasitas, são transferidos de um alimento contaminado para outro, seja por meio de utensílios, superfícies de trabalho, mãos ou equipamentos. Entender a contaminação cruzada e adotar práticas preventivas é crucial para garantir a segurança alimentar.

Tipos Comuns de Contaminação Cruzada:

  1. Por contato direto: A transferência de micro-organismos de um alimento contaminado para outro ocorre quando eles entram em contato direto. Isso pode acontecer, por exemplo, quando um utensílio usado para manipular carne crua é posteriormente usado em alimentos prontos para o consumo.
  2. Por mãos contaminadas: Mãos sujas ou contaminadas podem ser veículos eficazes para a contaminação cruzada. Toque em alimentos preparados após manusear carne crua, por exemplo, pode transferir patógenos prejudiciais.
  3. Por superfícies de trabalho contaminadas: Bancadas, tábuas de cortar e outros utensílios de cozinha podem ser fontes de contaminação cruzada. Se essas superfícies não forem adequadamente revestidas e limpas entre o manuseio de diferentes alimentos, os micro-organismos podem ser transferidos.

A Importância das Chapas de Polietileno:

As chapas de polietileno desempenham um papel crucial na prevenção da contaminação cruzada de alimentos. Esses materiais são atóxicos e conhecidos por sua resistência, durabilidade e facilidade de limpeza, tornando-os ideais para uso em cozinhas industriais e domésticas. Aqui estão algumas características pelas quais as chapas de polietileno podem contribuir para evitar a contaminação cruzada:

  1. Superfície Resistente e Não Porosa: As chapas de polietileno possuem uma superfície não porosa, o que significa que os micro-organismos têm menos lugares para se esconder. Isso facilita a limpeza eficaz, reduzindo o risco de resíduos de alimentos e, consequentemente, de contaminação cruzada.
  2. Facilidade de Higienização: As chapas de polietileno podem ser facilmente lavadas e desinfetadas. Essa característica é essencial para garantir que as superfícies de preparação de alimentos estejam sempre livres de patógenos, reduzindo assim o potencial de contaminação cruzada.
  3. Separação de Alimentos Crus e Cozidos: O uso de chapas de polietileno permite a criação de áreas de trabalho designadas para diferentes tipos de alimentos. Essa prática ajuda a evitar o contato direto entre alimentos crus e cozidos, reduzindo significativamente o risco de contaminação cruzada.
  4. Padrão Internacional de Cores para Placas de Corte: Para reforçar a prevenção da contaminação cruzada, muitas cozinhas adotam o padrão internacional de cores para as placas de corte. Por exemplo:
    • vermelhas são designadas para carne crua,
    • verdes para vegetais,
    • amarelas para aves e
    • azuis para frutos do mar.

Essa codificação por cores facilita a identificação rápida e reduz a chance de transferência acidental de patógenos entre diferentes tipos de alimentos.

  1. Durabilidade e Longa Vida Útil: As chapas de polietileno são duráveis e resistentes, o que significa que podem ser utilizadas por um longo período. Isso contribui para a manutenção de uma superfície de trabalho eficaz na prevenção da contaminação cruzada ao longo do tempo, entretanto, a recomendação para a substituição das placas de corte na indústria alimentícia e em cozinhas domésticas pode variar com base na frequência de uso, no tipo de alimentos manipulados e na qualidade do material da placa. Aqui estão alguns pontos que devem ser observados:

Desgaste Físico:

    • Se as placas de corte apresentam cortes profundos, sulcos ou ranhuras que não podem ser removidos durante a limpeza, é hora de substituí-las. Essas áreas podem se tornar locais propícios para o acúmulo de bactérias.

Manchas e Odores Persistentes:

    • Se as placas desenvolvem manchas que não podem ser removidas com a limpeza regular ou se começam a reter odores mesmo após a lavagem, isso pode indicar que estão comprometidas e precisam ser substituídas.

Deformação ou Rachaduras:

    • Placas de corte deformadas, rachadas ou quebradas são propensas a acumular sujeira e bactérias em suas fissuras. Qualquer sinal de deformação estrutural é motivo para substituição.

Conformidade com Regulamentações Sanitárias:

    • Em ambientes comerciais, como restaurantes, é importante seguir as regulamentações sanitárias locais. Se as placas não atendem mais aos padrões de higiene exigidos, elas devem ser substituídas.

Frequência de Uso:

    • Placas de corte utilizadas com muita frequência podem desgastar-se mais rapidamente. Avalie a condição das placas regularmente e ajuste a frequência de substituição com base no desgaste observado.

Material da Placa:

    • O material da placa também influencia a durabilidade. Placas de polietileno, por exemplo, são conhecidas por sua resistência e durabilidade, mas mesmo essas placas eventualmente desgastam-se com o tempo.

Placas para Diferentes Tipos de Alimentos:

    • Se você adota o padrão internacional de cores para placas de corte e possui placas específicas para diferentes tipos de alimentos, substitua-as se houver qualquer comprometimento na integridade da placa ou se ela não puder ser higienizada adequadamente.

Não há um período fixo para a substituição, pois isso dependerá das condições específicas de uso. Avalie regularmente o estado das placas de corte e substitua-as conforme necessário para garantir a segurança alimentar e manter os padrões de higiene.

Em conclusão, compreender a contaminação cruzada de alimentos é fundamental para a segurança alimentar. As chapas de polietileno, quando utilizadas em conjunto com o padrão internacional de cores para placas de corte, são importantes na prevenção, proporcionando superfícies de trabalho resistentes e de fácil limpeza. Ao adotar boas práticas de manipulação de alimentos e investir em materiais adequados, é possível garantir a integridade e a qualidade dos alimentos servidos, promovendo um ambiente seguro para consumidores e profissionais da indústria alimentícia.

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